Coleta de esgoto em Minas Gerais

Em tempos tão modernos, Minas Gerais ainda convive com alguns problemas como esgoto a céu aberto, falta de água e doenças transmitidas por mosquitos e falta de higiene. Cerca de 6 milhões de pessoas, não conta com a coleta do esgoto. Mais de 340 mil estão em favelas, vilas e invasões.

Durante o Seminário Estadual de Saneamento Ambiental, promovido pela Frente Estadual pelo Saneamento (Fesa), na Câmara Municipal de BH, o consultor do Ministério das Cidades, João Batista Peixoto, revelou que a intenção do governo é priorizar a coleta de esgotos nas cidades menores.

Os recursos federais para saneamento básico, são: R$ 1,6 bilhão do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 1,3 bilhão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Do OGU, uma parte foi usada para pagamento de contratações do governo anterior, mas ainda tem em caixa R$ 1 bilhão para novos contratos até o fim deste ano. Os recursos do FGTS estão intocados e dependem de licitações para que sejam liberados pela Caixa Federal e outros agentes financeiros credenciados, disse Peixoto.

Segundo Cláudia Ribeiro, coordenadora do FESA, A idéia é fazer valer a Lei 11.720, aprovada em 1994, que cria o Fundo Estadual de Saneamento e o Conselho Estadual de Saneamento que ainda não saiu do papel.

Além da falta de coleta de esgoto, 500 mil pessoas em Minas, das quais 20 mil em Belo Horizonte, não têm água nas torneiras. Com isso, multiplicam-se os custos para as instituições de saúde pública. No Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde, para cada R$ 1 não aplicado em saneamento, R$ 4 são gastos em tratamentos médicos, com focos de hepatite, diarréia, cólera, dengue e febre amarela.

Fonte: www.uai.com.br

 

 

 

 

 


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