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Governo Iraquiano diz que ataques em Bagdá matam 42 e ferem 224 Uma
série de ataques --aparentemente coordenados-- com carros-bomba,
que atingiram a sede da Cruz Vermelha e quatro postos policiais, em
Bagdá, capital do Iraque, causaram a morte de 42 pessoas e deixaram
224 feridos, de acordo com informações oficiais do governo
iraquiano.
De
acordo com informações do vice-ministro, os agentes do
posto de polícia de Al Jadida interceptaram um veículo
--supostamente conduzido por um sírio-- que carregava 1 tonelada
de explosivos. Indícios "Há
indícios que mostram que estes ataques são obra de combatentes
estrangeiros. Esses ataques não são similares aos cometidos
pelos rebeldes leais ao antigo regime de Saddam Hussein", disse. Retirada "A
partir do dia 28/10 começaremos a retirar os nossos colaboradores
internacionais [do Iraque] e estudaremos uma maneira de prosseguir com
o nosso trabalho de ajuda aos nossos colegas iraquianos", disse
o chefe da delegação da Cruz Vermelha no Iraque, Pierre
Gassmann, à rede de TV alemã ARD. Cerca
de 800 iraquianos e 35 pessoas de diferentes nacionalidades trabalham
no Iraque, segundo a organização. "Os
responsáveis pelos ataques estão contra todos os estrangeiros.
Não fazem diferença: todos os que não são
iraquianos são colocados no mesmo saco que as tropas de ocupação
e deve-se lutar contra eles", disse Gassmann, referindo-se aos
autores dos atentados. |
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