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Mulher:
agente transformador
da nova civilização Para se pensar em nova civilização é preciso pensar horizontes amplos e tempos longos. O horizonte é o mais amplo possível: assumir o que é próprio da criatura e, sem negar o que é humano e histórico, ultrapassá-lo na transcendência da "divinização". A jornada é longa. Mas a jornada se faz na participação de tanta gente que sente arder no coração o ideal de uma humanidade mais soli-dária, justa e pacífica. Ela se torna visível nas pessoas que se tornam sinais luminosos desta busca de novo modo de sentir e de viver. Depositam marcos nas trilhas históricas que conduzem ao novo. A construção de alternativas a esta sociedade e a esta civilização se faz através de novos e velhos sujeitos que entram em cena. As mulheres marcham para que sejam reconhecidos seus direitos e seja combatida toda discriminação sexista, racial e étnica. Busca-se uma nova civilização em que haja nova relação com o outro, marcada pela dimensão da dignidade da pessoa. Estar ao lado das mulheres, sobretudo, das excluídas da civilização de hoje é, com certeza, e serão cada vez mais - o fundamento desta nova civilização. Destaca-se, portanto, a presença e atuação das mulheres, que constituem a grande maioria da população; é contingente maior. Elas participam em todos os setores da vida e estão esboçando um traço novo no rosto da sociedade através da maneira generosa e entusiasmada com que vivem o amor, buscando transmitir novos valores. As mu-lheres estão assumindo responsabilidades nos mais variados campos do agir e fazer humanos; estão presentes nos conselhos e nos movi-mentos, participando ativamente das decisões; exercem postos de comando. Tudo isso não é apenas uma análise de conjuntura , é o reflexo de um amplo horizonte, de tempos novos. A matéria de capa desta edição traz a história de Helena que ilustra um pouco deste sonho por uma nova sociedade, sem discriminação sexista e étnica. Traz também outros destaques: o "show" da mídia por causa da aproximação de Marte; a cobertura da XI Semana dos Dinossauros e afins; a premiação dos alunos da Comunicação na Expocom, " E por falar em amor" Andréia revela o seu por " Jesus na Universidade. Boa leitura!
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