Iphan
é o órgão nacional de proteção
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Maria
Elisa Costa, a atual presidente do Instituto, já visitou Uberaba
e desenvolveu projeto em Peirópolis
O Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério
da Cultura, foi criado em 1937, no governo de Getúlio Vargas.
O Instituto foi instituído por Rodrigo de Melo Franco, que contou
com a colaboração de intelectuais como Mário de
Andrade, Manuel Bandeira, Afonso Arinos, Lúcio Costa e Carlos
Drummond de Andrade.
O Iphan é responsável pela proteção dos
bens culturais do país, através da realização
de tombamentos, restaurações e revitalizações
que assegurem o acervo arquitetônico, urbanístico, documental,
etnográfico e artístico do território brasileiro.
O trabalho do Iphan conta com mais de 16 mil edifícios tombados,
50 centros e conjuntos urbanos, 5 mil sítios arqueológicos
cadastrados e mais de um milhão de objetos. Conta também
com aproximadamente 250 mil volumes bibliográficos, documentos
e registros fotográficos, cinematográficos e videográficos.
Hoje o Brasil possui nove monumentos culturais e naturais considerados
pela Unesco como Patrimônio Mundial. O único bem cultural
de Uberaba tombado pelo Iphan, em nível nacional, é a
igreja Santa Rita.
A atual presidente do Iphan nomeada pelo Ministro da Cultura,
Gilberto Gil é a arquiteta Maria Elisa Costa, filha de
Lúcio Costa arquiteto que ajudou a fundar o Iphan em 1937,
e nos anos 50 planejou Brasília. No ano passado, Maria Elisa
esteve em Uberaba para participar da Semana de Seminários da
Uniube. Ela já veio algumas vezes à cidade e desenvolveu,
junto com os arquitetos Marcondes Nunes e Marcelo Suzuki, o projeto
das oficinas do Centro Cultural de Peirópolis.
Iphan
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