Cronologia da destruição

Fotografia: André Azevedo

Palacete antes de ser demolido

Como e por que Uberaba perdeu o alacete de Antônio Pedro Naves, patrimônio cultural da cidade

Resultado de três meses de pesquisa em documentos públicos, processos administrativos e judiciais, cartórios, arquivos pessoais, além de entrevistas com os principais envolvidos, a reportagem procurou esboçar os bastidores de um caso que provocou muita discussão em Uberaba: a demolição do Palacete de Antônio Pedro Naves, imóvel tombado provisoriamente pelo conselho de patrimônio histórico da cidade.

O texto procura apresentar, de forma didática, uma síntese do processo de tombamento e de impugnação, o mandado de segurança que acabou concedendo a licença para a demolição, assim como o recurso de apelação ao Tribunal de Justiça, impetrado pelo do Ministério Público, cujo objetivo é rever aquela sentença para instaurar uma ação civil pública de indenização contra o proprietário.

A reportagem procurou também contextualizar o caso com textos complementares, para que o leitor tenha uma visão geral sobre aspectos econômicos, sociais, culturais, governamentais e jurídicos que envolvem a questão da preservação da identidade de uma cidade.

 

- Introdução

- O triste fim de Antônio Pedro Naves

- Importância histórica
justificava preservação


- Antônio Pedro Naves é nome de rua

- Uma herança embrulhada

- Netos falam do avô

- Agora é guerra!

- A um passo da destruição

- Ministério Público entra com recurso para rever sentença

Entrevistas

- Osório Guimarães

- Marcondes Nunes
- Sonia Fontoura
- Régia Ferreira
- Emmanuel Carapurnala

Política de preservação
- Preservação do patrimônio garante recursos estaduais

- Tombamento não compromete propriedade

- Iphan é o órgão nacional de proteção

- Iepha cuida do patrimônio cultural de Minas

- Legislação municipal assegura preservação da identidade

Patrimônio mundial
- Diversidade cultural promove diálogo da paz

- Conferências da Unesco são instrumentos de proteção

- Cidade é documento histórico

- Teste de autenticidade desafiou pensamento tradicional

Economia da contemplação

"Temos que voltar a interpretar"
Entrevista com o sociólogo Luís Sérgio Lopes

 


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