Universidade é destaque na feira

Iniciativa partiu dos próprios alunos, interessados em conhecer a instituição onde farão o curso superior


A Universidade de Uberaba esteve presente na XIX Feira de Ciências, Artes e Tecnologia do Colégio São Judas Tadeu, realizada nos dias 19 e 20 de outubro. O estande da instituição estava representado pelos estudantes Jean Costa, Eduarda Almeida, Amanda Gregório, Emilly Monteiro, todos da 5 série.
Segundo Emilly, foram os próprios alunos que escolheram fazer um trabalho sobre a universidade. Para ela, "é importante conhecer a instituição onde muitos vão depois do 3 colegial. Eu quero fazer Veterinária lá".
O estande conta a história das Faculdades Integradas de Uberaba (Fiube), que surgiu em 1947 e passou a chamar-se Uniube em 1989. Fala da estrutura, dos laboratórios, e diversas outras opções oferecidas. Os integrantes do grupo fizeram uma visita à universidade. "Lá tem muita tecnologia. Os laboratórios, máquinas de fazer remédio, são muito avançados", disse Jean.
Carla Cristina, mãe de Emilly, é telefonista na instituição e achou ótima a parceria entre as duas redes de ensino. "É importante mostrar o trabalho que a universidade faz".
Foram cedidos para eles fotos, folders, camisetas e bonés.


Academia de Letras
O grupo dos alunos Fabrício Bernardi, Gabriela Pereira, Ana Paula Bernardi, Fernando Melo e Michela Souza promoveram uma exposição sobre a Academia de Letras do Triângulo, que completa 40 anos no dia 22 de dezembro de 2002.
Os estudantes foram à Academia e fizeram uma pesquisa com seu presidente, Mário Salvador, e um dos seus fundadores, o Padre Thomaz Prata, e tomaram conhecimento de que o próximo objetivo da entidade é lançar uma nova revista, onde promoverão a publicação de uma obra (poesia, poema, etc) de cada um dos quarenta acadêmicos, em homenagem à Academia e aos 40 anos que irá completar no ano que vem. Haverá também o lançamento de um concurso de contos literários.
A Academia de Letras do Triângulo Mineiro é formada por 40 acadêmicos. Só acontece uma troca dos ocupantes quando um deles morre; então ocorre uma eleição interna e o candidato que recebe mais votos entre os 39 acadêmicos entra para a Academia, se tornando um dos 40 ocupantes das cadeiras. Mário Palmério já fez parte da Academia.
Na bancada de exposição dos alunos havia uma maquete com as 40 cadeiras e o nome de cada um dos acadêmicos embaixo delas para identificá-los. Também haviam revistas produzidas pela academia, livros de autoria de seus integrantes e uma fita de vídeo que continha a entrevista que fizeram.

 

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