Da universidade para o mercado de trabalho
Graduados em jornalismo na Uniube falam sobre a importância da faculdade na atividade profissional

Raphael Rios em seus tempos de foca no estudio de Tv da Universidade de Uberaba

Bruno Augusto da Costa
4º período de Jornalismo

Experiência, teoria, prática, inter-relacionamento pessoal e empreendedorismo. São esses os fatores eleitos por profissionais que definem o papel da graduação em Jornalismo da Uniubepara as suas carreiras.

César Antônio, telejornalista, trabalha na Rede Integração Uberaba. Começou há dois anos e meio como estagiário em produção e hoje compõe a equipe como profissional. Segundo o jornalista um quesito importantíssimo do mercado é a experiência. “Sendo recém-formado, ou até mesmo estagiário, o mercado cobra que você tenha as mesmas responsabilidades e experiências de quem esta há anos na profissão”, ressalta. Nesse sentido, é de grande importância o desenvolvimento prévio das habilidades que a técnica jornalística exige. “Por atuar em TV, as aulas práticas e teóricas são um fator positivo para um bom desempenho dentro da profissão. Por isso acredito que o diploma é fundamental para o profissional de jornalismo. Afinal é onde ele vai ganhar experiência e saber se realmente tem a “pegada” para o trabalho”, enfatiza.

A universidade também oferece experiências nos demais meios de comunicação social, nas mídias de massa. Dentre as outras categorias, as quais o jornalismo se subdivide, está também o jornalismo impresso, o radiojornalismo e o jornalismo digital.

As práticas laboratoriais somadas às disciplinas teóricas propiciam profissionais mais preparados e conscientes dos vieses sociais e científicos que também compõem o jornalismo.

Rose Dutra, profissional da área de assessoria de comunicação, considera outro ponto-chave da formação acadêmica, e também, o risco da prática jornalística sem o preparo apropriado. “Um profissional não-graduado pode não possuir conhecimento das técnicas inerentes e, principalmente, no caso do jornalista, quem não faz a faculdade, não aprende previamente os preceitos, como a ética na profissão. Esta é uma parte muito importante. Sem ética o jornalista tende a comprometer a sua credibilidade e a do veículo que representa”, relata a jornalista.

Além da formação teórica e prática, coexiste também o foco empreendedor e o relacionamento direto com os professores - profissionais que, além da academia, também atuam nos meios de comunicação e assessorias. Raphael Rios de Oliveira, graduado em dezembro de 2008, já trabalha em seu próprio negócio. “A faculdade nos deu, falo por mim e pelo meu sócio Jorge Mourão, toda a base necessária para que abríssemos o jornal Diário de Araxá. Os professores acreditaram no nosso projeto na área de jornalismo online e realizaram uma verdadeira assessoria”, esclarece.

Ex-alunos, atuais professores

Em defesa dos graduados

Curso de Comunicação Social/Universidade de Uberaba - 2009